XLII CONGRESSO INTERNACIONAL DE AMERICANÍSTICA

 

 

XLII Congresso Intercional de Americanística

organizado pelo

Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” Onlus

 

 

O CONGRESSO INTERNACIONAL DE AMERICANÍSTICA, evento anual que ocorre ininterruptamente desde 1979, foi criado para fornecer um lugar de encontro e troca dentro das diversas experiências americanísticas, quer disciplinares, quer geográficas. Em vista disso, não há sessões paralelas e as apresentações são sempre discutidas em sessão plenária.

O Congresso articula-se em sessões propostas e coordenadas por americanistas de várias nacionalidades. As temáticas abrangem diversos assuntos e áreas disciplinares:

da arqueologia à antropologia, da linguística à sociologia, dos direitos das populações indígenas à arte, da arquitetura à política, dos estudos religiosos à história.

Ao Congresso participam estudiosos do mundo inteiro e seus trabalhos apresentados em forma escrita são, em seguida, objeto de avaliação duplo-cega e, se aprovados, publicados.

O Congresso sempre teve Perugia como sede principal, mas há muitos anos ocorre em jornadas seminariais nas Universidades de Salerno, Roma e Pádua. Ademais, periodicamente tem uma segunda sede em países das Américas.

O Congresso, assim como toda a atividade do Centro Studi, não tem fins lucrativos. Todos os proventos, de qualquer origem e natureza, são utilizados para o funcionamento do próprio Congresso.

 

PRESIDÊNCIA
Romolo Santoni

 

COMITÊ CIENTÍFICO

Claudia Avitabile
Beatriz Calvo Pontón
Antonino Colajanni
Davide Domenici
Piero Gorza
Rosa Maria Grillo
Alfredo López Austin
Giuseppe Orefici
Edmundo Antonio Peggion
María Lina Picconi
Mario Humberto Ruz Sosa
Romolo Santoni
Felice Scauso
Paola Sesia
Francisco Tovar Blanco
René Valdiviezo Sandoval
Luis Alberto Vargas

 

COORDENAÇÃO DA SECRETARIA ORGANIZADORA

Hélène D’Angelo, Maria Luisa De Filippo, Elsa López, Lady Saavedra (convegno@amerindiano.org)

 

SECRETARIA ORGANIZADORA

Silvia Gola, Sonia Margaritelli, Clara Migotto, Andrea Muñoz, Francesco Orlandi, Mattia Petrini, Chiara Toccaceli

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA
Hélène D’Angelo, Maria Luisa De Filippo

 

GRÁFICA
Lady Saavedra

 

Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” Onlus
Via Guardabassi n. 10
06123 Perugia, Italy
Tel./fax (+ 39) 075 5720716
e-mail: convegno@amerindiano.org

O Congresso, organizado pelo Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” Onlus, se realizará em Perúgia (Itália), de 06 a 11 de maio de 2020.

A organização se reserva o direito de mudar a duração do Congresso e de designar outras sedes, além daquela de Perúgia.

Além disso, terão lugar as seguintes atividades paralelas:

Salerno, 13-15 de maio de  2020: Jornadas de literatura ispanoamericana: “Sognavamo nelle notti feroci tornare, mangiare, raccontare” (Primo Levi): speranze, ossessioni e ricordi dei sopravvissuti.

Padova, 12 de maio de 2020: Seminário América indígena e estados-nação: temas e problemas;

Roma, 12 de maio de 2020: Mesa redonda Os estudos americanísticos hoje.

 

As línguas oficiais do Congresso serão: espanhol, francês, inglês, italiano, português e todas as línguas ameríndias.

 

COMUNICAÇÕES E SESSÕES DO CONGRESSO

O Congresso será articulado em diferentes sessões com temas específicos, além de uma sessão não temática.

Além daquelas das edições anteriores, que serão confirmadas, é possível propor novas sessões, que serão avaliadas pelo Comitê Científico do Congresso; a aceitação dependerá também da disponibilidade de lugares.

Os coordenadores que apresentaram uma sessão na edição anterior podem propô-la novamente no atual Congresso.

A aprovação de todas as sessões, sejam estas apresentadas no congresso atual ou no anterior, estarão subordinadas ao parecer do Conselho Diretor.

Para apresentar uma proposta de sessão é preciso ser sócio do Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” em dia com a cota 2019 e 2020  na e enviar até o dia 30 de novembro de 2019 para o endereço convegno@amerindiano.org:

– um resumo do tema da sessão (entre 800 e 1200 caracteres, espaços incluídos);
– um curriculum detalhado do coordenator (ou coordenadores);
– uma carta de apresentação do coordenador (ou coordenadores) por parte de americanistas reconhecidos a nível internacional, ou de um membro do Comitê Científico do XLII Congresso.

Cada sessão comportará de 3 a 6 comunicações.

Os trabalhos devem ser inéditos e não devem ter sido apresentados em outros congressos; devem ser apresentados pessoalmente.

Cada relator pode realizar apenas uma apresentação.

O tempo máximo concedido a cada comunicação de trabalho será fixado em 20 minutos, salvo comunicação diversa da organização.

Todas as despesas de viagem, alojamento e alimentação serão por conta do participante.

 

INSCRIÇÕES E FREQUÊNCIA NO CONGRESSO

É permitido assistir ao Congresso gratuitamente; entretanto, para apresentar um trabalho, receber o certificado de participação e para receber os atos, é necessário efetuar e pagar a inscrição.

O prazo final para a inscrição no Congresso como relator foi fixado para o dia 31 de janeiro de 2020.

A inscrição daqueles que apresentarão suas comunicações no Congresso deve ser feita preenchendo os dados solicitados no formulário que estará presente neste site a partir do dia 15 de dezembro de 2020, junto com a lista das sessões propostas. O formulário será considerado válido somente se completados os dados requeridos, compreendendo um resumo de no mínimo 400 e no máximo 800 caracteres (espaço incluídos) e curriculum vitae detalhado, autodeclaração de residência, cópia do documento de identidade e indicação do destinatário no recibo (ente ou pessoa física) a serem anexados ao pedido. O formulario será enviado simultaneamente ao coordenador da sessão da qual requere-se a participação e à secretaria do Congresso. Quando considerado oportuno, o coordenador poderá requerer uma documentação suplementar.

A inscrição no Congresso como relator não é automática, mas depende da aceitação por parte do coordenador da sessão. Os coordenadores deverão comunicar às pessoas que enviaram uma proposta de participação a aceitação ou não da mesma entre 1º e 7 de fevereiro de 2020.

Até 7 dias após o aviso de aceitação do coordenador, o participante deverá efetuar o pagamento da cota de inscrição, sob pena de exclusão do programa. Imediatamente após realizado o pagamento, o participante deverá enviar à secretaria (convegno@amerindiano.org) um aviso especificando o valor e a data do depósito efetuado.

No caso de impossibilidade de participar nos trabalhos do Congresso, será reembolsado ao participante 50% da taxa de inscrição, mas para isso é necessário comunicar à secretaria do Congresso até 1 de março de 2020. Depois desta data, a taxa não será mais reembolsada.

A versão provisória do programa será enviada aos participantes até 10 de março de 2020.

A cota de inscrição para o relator participante é de 150,00 EUR.

Se um trabalho for apresentado por dois ou mais co-autores, o primeiro autor paga a taxa inteira.

Os outros autores podem escolher entre duas modalidades de inscrição:

– o co-autor que participar pessoalmente nos trabalhos do Congresso e nos eventos sociais pagará uma taxa de 90,00 EUR.

– o co-autor que não participar pessoalmente no Congresso pagará uma taxa de 45,00 EUR.

Em qualquer um dos casos, os co-autores devem preencher o formulário de inscrição.

Para os relatores sócios do Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” Onlus nos anos 2019 e 2020– em dia com o seu pagamento  – o valor é reduzido em 50%.

Os estudiosos sócios do Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” onlus podem propor trabalhos de seus alunos.

Caso o coordenador da sessão em que se pretende apresentar o trabalho aprove a proposta, o estudante poderá se inscrever no Congresso pagando 50% da taxa.

Os membros da Secretaria Organizadora estão isentos do pagamento da taxa de inscrição para relatores. Para participar da Secretaria Organizadora é necessário solicitar à Coordenação do Congresso (convegno@amerindiano.org) e assegurar sua presença durante todo o Congresso. O aceite da solicitação está subordinado à aprovação da Coordenação da Secretaria Organizadora.

A inscrição no Congresso para os que não apresentarão comunicação é de 20,00 EUR e dá direito a receber o certificado de participação.

inscrição no Centro Studi Americanistici “Circolo Amerindiano” Onlus para o ano de 2019 é de 70,00 EUR (http://www.amerindiano.org/?page_id=1698).

O valor da inscrição deverá ser pago através de um depósito na conta corrente bancária em nome do Centro Studi Americanistici Circolo Amerindiano, na UniCredit, Agência Perugia via Mario Angeloni:

Coordinate bancarie internazionali (IBAN):

IT 42 A 02008 03033 000029489801

Codice BIC / SWIFT: UNCRITM1J03

Indirizzo della banca:  Via Mario Angeloni 76 – 06124 Perugia

ATTENÇÃO: em caso de pagamento através do banco, eventuais comissões deverão ser integradas no momento do registo, na chegada à sede do congresso.

Como alternativa, apenas para aqueles que não se encontram na Itália, é possível efetuar o pagamento através de Paypal.

È obrigatório indicar como objeto do pagamento o nome e o sobrenome do apresentador que participará ao XLII Congresso, especialmente se o pagamento é efetuado por terceiros.


XLII Congresso internacional
- Perugia


 

 

PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES PARALELAS

Para obter informações sobre a participação nas Jornadas de literatura hispano-americana: Salerno, 13-15 de maio de 2020) podem escrever à Profa. Rosa Maria Grillo (grillovov@tiscali.it).

Para informações sobre o Seminário de Pádua e a Mesa redonda de Roma, favor entrar em contato com a Secretaria Organizadora do Congresso (convegno@amerindiano.org).

 

PUBLICAÇÃO

Os que realizarem pessoalmente a apresentação durante os trabalhos do Congresso podem apresentar os trabalhos por escrito, correspondentes exatamente ao que foi apresentado durante o congresso para serem publicados, após aprovação do texto pelo coordenador da sessão em que se participou e dois referee externos, na revista Thule, rivista italiana di studi americanistici.

Sob pena de exclusão, as intervenções deverão ser redigidas segundo as normas tipográficas da Thule, que os relatores receberão por e-mail pelo Comitê de Redação, que deverão ser enviadas aos coordenadores até 30 de junho de 2020 (prazo máximo).

Lembre-se que a revista Thule prevê arbitragem duplo-cego.

O título do artigo deve ser o mesmo publicado no programa e na mesma língua.

A intervenção deve permanecer totalmente inédita até a publicação dos atos (Cadernos de Thule) e, após essa data, pode ser publicado em outro lugar só citando o volume dos Cadernos de Thule que o contém e a Conferência em que foi apresentado.

Durante a fase de apresentação do texto escrito podem ser feitas pequenas mudanças no resumo, desde que não alterem a essência do trabalho apresentado e que sejam autorizadas pelo coordenador.

Os textos que não respeitarem as normas citadas serão excluídos da publicação.

O volume de Thule estará disponível para a leitura on line em uma área reservada do site www.amerindiano.org.

Além disso, a cópia estará disponível para a compra pública em forma de e-book e em papel.

 


PROGRAMA

O programa completo será publicado no site www.amerindiano.org com os horários das apresentações e das demais atividades dentro do 1 de abril 2020.

 


RESERVAS DE HOTÉIS

Os relatores poderão efetuar as reservas consultando a lista dos hotéis conveniados e os valores relativos, que será presente no site www.amerindiano.org a partir do 15 de março de 2020.

1) DISCURSO DEL MÉTODO
ROMOLO SANTONI (CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO”) romololmeca@hotmail.com

Naturalmente el título quiere homenajear al gran René Descartes, acentuando la gran deuda intelectual que la ciencia occidental tiene con él. Los estudios americanísticos se han distinguido siempre, no sólo por el carácter de posibilidad de la interdisciplinariedad de su materia, sino también por la necesidad de una visión variada e interdisciplinaria. Este aspecto consigue por una parte, que las investigaciones que se realizan en dicho ámbito se abran hacia un enriquecimiento múltiple, y por la otra, pone trabas serias en el trato de datos.
En contextos en los que la interdisciplinariedad se convierte en algo esencial y la precisión del método se dilucida en diferentes perspectivas; los vínculos no son sólo portadores de encuentros rentables, intercambios y debates, sino, también, incluso, de peligrosos equilibrismos teóricos (a veces con serias repercusiones sobre el plano práctico). Por ejemplo, un intenso debate divide líneas de diferentes investigaciones, que en el método aplicado encuentran el límite entre éstas y las respectivas trincheras de acción.
El estudio del método, aspecto peculiar de la filosofía occidental desde Descartes en adelante, se revela en la actividad americanística mucho más que imprescindible. Por lo cual resulta necesario proponer un momento de reflexión, a priori de la investigación, que evidencie las perspectivas y límites metodológicos.

 

2) AMAZONIA INDÍGENA
PARIDE BOLLETTIN (PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, DEPARTMENT OF ANTHROPOLOGY, DURHAM UNIVERSITY) paride_bollettin@msn.comEDMUNDO ANTONIO PEGGION (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO”, BRASIL) edmundopeggion@gmail.com

El Amazonas envuelve dentro de sus límites una multiplicidad de sociedades que presentan una variedad de explicaciones cosmológicas, de organizaciones sociales, de maneras de administrar la vida material. Todo esto hace que esta región se muestre en una posición privilegiada para cualquiera que esté interesado en confrontarse con la complejidad de las construcciones sociales, simbólicas o de cualquier otro tipo que se ponen en practica en las diversas sociedades humanas durante su cotidianidad. Los centenares de grupos originarios tienen que enfrentarse con las sociedades de los estados nacionales dentro del cual está situado su territorio. Así, emergen situaciones de encuentros culturales y estrategias de respuesta muy variadas: junto a poblaciones que resisten desde hace cinco siglos el impacto con el mundo de la alteridad no-indígena encontramos otras que desde hace unos años se enfrentan a tal choque desestabilizador, las llamada “comunidades resurgidas” que redescubren y reivindican su propia cultura, o las que se han definido como en “aislamiento voluntario” que todavía niegan el contacto con los no-indígenas. Frente a tal complejidad de situaciones, esta sesión temática pretende presentar las investigaciones que se desarrollan a partir de los trabajos de campo intentado ilustrar la situación actual de tales grupos.

 

3) DERECHOS INDÍGENAS: UNA DISCUSIÓN TRANSNACIONAL
MARIALUISA DE FILIPPO, LADY SAAVEDRA, ELSA LÓPEZ, (CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO” ONLUS, ITALIA convegno@amerindiano.org

La finalidad de esta sesión es presentar una discusión interdisciplinaria sobre el tema de los derechos indígenas.
La Declaración de las Naciones Unidas sobre los derechos de los Pueblos Indígenas, aprobada en el 2007, tiene como objetivo principal el respeto por la autodeterminación. El esfuerzo y el desafío de frente a tal proclamación reside en su aplicación, conjuntamente con otras medidas que aspiran al mismo objetivo, en los contextos nacionales latinoamericanos.
¿En qué modo negocian los estados-naciones con estas medidas aprobadas y firmadas por la mayor parte de los países latinoamericanos? ¿Cómo reivindican las organizaciones indígenas los propios derechos y el respeto por las diferencias culturales en el ámbito de las diferentes constituciones nacionales? ¿Cuáles son los conflictos más significativos?
Cuestiones como la autodeterminación, la diversidad y la identidad cultural constituyen los temas principales que se propone desarrollar esta sesión.

 

4) SIGNOS, SÍMBOLOS Y DINÁMICAS DE CONSTRUCCIÓN DEL TERRITORIO INDÍGENA
PIERO GORZA (INSTITUTO DE ESTUDIOS INDIGENAS, SAN CRISTOBAL DE LAS CASAS CHIAPAS MX – CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO”) piero.gorza1@gmail.com

El tema crucial de esta sesión remanda al territorio como lugar en el cual se sedimenta la memoria y en el cual los hombres practican incisiones como ejercicio de poder contra el carácter efímero del tiempo humano. La construcción de mapas es por definición espacio abierto e interdisciplinario: mapas históricos, mapas políticos, mapas culturales, mapas simbólicos, mapas mentales y lingüísticos. Las categorías del fundar, relacionarse a partir de un centro, instituir, territorializar, nominar, orientarse y recordar como aquellas del deshabitar, transitar perderse, crecer y aprender, abren el campo a reflexiones sobre los procesos cognitivos y existenciales de los individuos y de las colectividades. Se trata de una sesión-encrucijada entre centros y fronteras.

 

5) MIGRACIONES, RELACIONES Y NOMADÍSMOS ENTRE EUROPA Y LAS AMÉRICAS
THEA ROSSI (CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO” – UNIVERSITÀ DEGLI STUDI “G. D’ANNUNZIO” CHIETI-PESCARA, ITALIA) thearossi@yahoo.it

Esta sesión pretende analizar los movimientos y flujos de ideas, objetos y capital humano que caracterizaron la historia de las relaciones transatlánticas entre Europa y las Américas.
Tres los enfoques que intentaremos profundizar, gracias a una perspectiva orientada a la promoción del diálogo multidisciplinario.
En primer lugar las dinámicas y los procesos, reales y simbólicos, que contribuyeron a edificar el fenómeno migratorio hacia el Continente americano en el siglo pasado, sobre todo en el período de Entreguerras, y, al mismo tiempo, el movimiento de vuelta de los últimos treinta años, determinado por factores de coyuntura socio-política y económica.
En segunda instancia las relaciones que entretejen los dos contextos, facilitando la creación de un patrimonio material e inmaterial compartido. Además de bienes y artefactos se tendrán en particular consideración los procesos de construcción de un imaginario colectivo.
Finalmente la reflexión abarcará los nomadismos generados por la mundialización: el flujo constante de recursos humanos, la negociación y el contacto entre culturas y las nuevas formas de integración orientadas a la conjugación del local y del global.

 

6) ETNOMUSICOLOGÍA: SUPERVIVENCIA, PERSISTENCIA Y NUEVOS APORTES DE LA MÚSICA Y LAS DANZAS TRADICIONALES EN AMÉRICA
MARÍA LINA PICCONI (CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO”) lina_455@yahoo.com

A la etnomusicología le toca contestar una serie de preguntas que se ha planteado la humanidad a lo largo de la historia: ¿quién crea la música?, ¿cómo se crea?, ¿para quién?, ¿para qué?, ¿con que fin?
Considerando importante la falta de informaciones sobre el mundo de las músicas tradicionales, cuyos aspectos van desde la diversidad a la sutileza de las expresiones musicales, propongo la apertura de esta sesión.
Existen todavía en América expresiones musicales o dancísticas cuyas raíces se prolongarían hasta la época precolombina y provendrían de un antiguo arte cuyo sentido no se habría olvidado.
El advenimiento de la globalización ha contribuido a la eclosión de muchas de esas expresiones musicales mayormente urbanas que tienden como en otras partes del mundo a uniformizar los particularismos locales.
Por dicha razón, es imprescindible en nuestros días registrar e investigar estas expresiones, para que no se pierda la memoria con el avance del mundo globalizado.

 

7) IMAGINARIO Y MEMORIA: ESTUDIOS CULTURALES
ANNA SULAI CAPPONI (UNIVERSITÀ DEGLI STUDI DI PERUGIA, ITALIA) anazulay@virgilio.it

Esta mesa posee un carácter interdisciplinario que tiene como principal objetivo presentar estudios sobre las diversidades culturales que tengan como expresión todas las formas de representación.
Sabemos que es por medio de las representaciones sociales e individuales que podemos localizar las formaciones, transformaciones y resemantizaciones identitarias que característicamente son polisémicas y por lo tanto, polifónicas. Por esta razón, la interdisciplinariedad no es un instrumento de trabajo mas una teoría que tiene por finalidad estudiar los símbolos claves culturales, de cómo son percibidos, concebidos y representados.
Contemplamos todos los tipos de manifestaciones culturales por el hecho de que entendemos que las subjetividades culturales están representadas en las formas literarias, cinematográficas, artísticas y que los estudios de las representaciones culturales no son solamente monopolio de las disciplinas concebidas para ese fin.

 

8) CUESTIONES DE ANTROPOLOGÍA MÉDICA EN EL CONTINENTE AMERICANO
PAOLA MARIA SESIA (CENTRO DE INVESTIGACIONES Y ESTUDIOS SUPERIORES EN ANTROPOLOGÍA SOCIAL CIESAS UNIDAD PACÍFICO SUR) paolasesia@yahoo.com.mx

Construir una sesión dedicada la antropología médica en ámbito Latino Americano significa dar voz a las múltiples concepciones y prácticas entorno a los conceptos de salud y enfermedad presentes en tales contextos a través de una prospectiva histórica que tenga cuenta del presente como del pasado. Las relaciones hegemónicas que atraviesan la biomedicina y las múltiples respuestas de salud “locales y tradicionales” constituyen un ejemplo del ámbito más importante de esta disciplina. Teniendo en cuenta las experiencias y las elaboraciones teóricas de las diferentes tradiciones desde esta perspectiva, se asume el objetivo de construir un espacio útil de dialogo y de confrontación para la comunidad americanística actualmente empeñada en tal ámbito de estudios. A partir de la experiencia realizada por esta sesión en las ediciones anteriores del Congreso Internacional de Americanística, se quiere favorecer el espacio de debate como terreno de construcción de reflexiones comunes que puedan tener una consecuencia operativa dentro del tejido social de los contextos examinados.

 

9) REFLEXIONES TEÓRICO-METODOLÓGICAS DE LAS INTERACCIONES SOCIALES EN CONTEXTOS CLÍNICOS EN EL CAMPO DE LA SALUD MENTAL EN EL CONTINENTE AMERICANO
MARÍA ALEJANDRA SÁNCHEZ GUZMÁN, (FACULTAD DE MEDICINA, UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE MÉXICO, MÉXICO) alesanguz@yahoo.com.mx, TOMAS LOZA TAYLOR (FACULTAD DE MEDICINA, UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE MÉXICO, MÉXICO) tomoish@yahoo.es

El abordaje del campo de la salud mental desde la investigación cualitativa tiene el propósito de profundizar en la complejidad de los discursos y prácticas que lo construyen durante la atención, desde la cual emergen emociones, comportamientos y enfermedades neuropsiquiátricas. Asimismo, es posible observar las políticas de salud que influyen la formación de especialistas, así como las interacciones clínicas entre los sujetos involucrados en ese proceso. En consecuencia, proponemos reflexionar sobre las investigaciones de la salud mental en contextos clínicos realizadas en el continente americano donde convergen las narrativas de todos los actores, las normativas institucionales, el ethos y las tensiones globales y locales del mundo social. Orientamos esta sesión bajo el siguiente planteamiento ¿Cuáles son los marcos teóricos más pertinentes que expliquen las interacciones sociales en los contextos clínicos? Por lo que, invitamos a científicos sociales interesados en reflexionar sobre la investigación en salud mental, a través de los datos proporcionados por la etnografía en la clínica y de la co-producción narrativa, con el fin de impulsar un diálogo con la biomedicina.

 

10) POLÍTICAS PÚBLICAS, INSTITUCIONES Y DEMOCRACIA EN AMÉRICA LATINA
BEATRIZ CALVO PONTÓN (CENTRO DE INVESTIGACIONES Y ESTUDIOS SUPERIORES EN ANTROPOLOGÍA SOCIAL, MÉXICO) beatrizcalvo_mx@yahoo.com

El modelo neoliberal en los países latinoamericanos ha llevado consigo el retiro del Estado de responsabilidades sociales y de funciones prioritarias, así como la instrumentación de reformas estructurales que buscan que las sociedades se manejen bajo los criterios del libre mercado.
Observamos algunas consecuencias: reducción, privatización y encarecimiento de servicios públicos de educación y salud, aumento de la desigualdad y de la pobreza, y fortalecimiento de monopolios en los sectores clave de la economía y de los medios de comunicación, que intervienen cada vez más en los procesos políticos y en el diseño de políticas públicas.
La redefinición de la política social se ha orientado en el terreno social por criterios de focalización en los grupos de extrema pobreza, pero al mismo tiempo se han restringido los recursos que permiten avanzar hacia la universalización de los derechos sociales.
Por otra parte se han abierto espacios en los que han surgido instituciones autónomas relacionadas con temas tales como derechos humanos, transparencia y contraloría social. En la sociedad civil ha crecido el número de organizaciones que luchan por la democratización de las instituciones y la mejora de los servicios sociales. La conjunción de estos procesos ha cambiado de manera sustantiva la faz de las sociedades latinoamericanas.

 

11) ELECCIONES EN AMÉRICA LATINA
RENÉ VALDIVIEZO SANDOVAL (UNIVERSIDAD IBEROAMERICANA PUEBLA, MÉXICO) valdiviezo.rene@gmail.com

Nuestra región vive de manera regular, desde el fin de las dictaduras, procesos electorales que le permiten renovar autoridades y representantes populares generalmente de forma pacífica. Desde una óptica liberal (y neoliberal), estos procesos son la expresión de la existencia de vida democrática en las naciones. Desde visiones más críticas, los procesos electorales, cada vez más se convierten en rituales para el mantenimiento en el poder de corrientes políticas que no representan a la población y que utilizan estos procesos para legitimar su permanencia en el poder, lo cual consiguen, en ocasiones, a través de mecanismos extra-legales. Esta sesión busca generar discusión sobre las elecciones en Latinoamérica, en sus tres (o cuatro) niveles, sobre la acción político-electoral (competencia, resultados, conflictos, campañas y relación con otros aspectos de la vida social), sobre los actores político-electorales (partidos, grupos sociales y autoridades) y sobre la conformación de los poderes nacionales/regionales/locales, sobre la base de los procesos electorales. Aunque se prefieren estudios actuales, se aceptan trabajos históricos.

 

12) NUEVAS Y VIEJAS ESCLAVITUDES EN LAS LITERATURAS AMERICANAS
ROSA MARIA GRILLO (UNIVERSITÀ DEGLI STUDI DI SALERNO – CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO” DI SALERNO, ITALIA) grillovov@gmail.com

A la noción tradicional de ‘esclavitud total’ que dio origen en los siglos XVIII y XIX a la literatura antiesclavista en respuesta a la ‘Trata de esclavos negros’ que había canalizado a enteros grupos humanos secuestrados en las costas africanas hacia las regiones tropicales de América del Norte y del Sur, se ha reemplazado una concepción más amplia de la esclavitud, diversificada en las formas, en la tipología, en el grado y la naturaleza de la dependencia: sexual, tráfico de mujeres, drogas, hábitos, etc., sin olvidar la ‘esclavitud total’ de los nuevos centros de detención / reconocimiento de individuos migrantes. Narrar este nuevo «inenarrable» es el último desafío de la literatura, testimonial y de creación, que no puede dejar de tener en cuenta textos fundamentales como Uncle Tom’s Cabin or Life Among the Lowly de Harriet Beecher Stowe, Sab de Gertrudis Gómez de Avellaneda o Biografía de un cimarrón de Miguel Barnet.

 

13) ARQUEOLOGÍA DE LAS AMÉRICAS: ENTRE LA CULTURA MATERIAL Y LAS REPRESENTACIONES SIMBÓLICAS
MARÍA TERESA MUÑOZ ESPINOSA (DIRECCIÓN DE ESTUDIOS ARQUEOLÓGICOS, INAH) munoz7576@yahoo.comJOSÉ CARLOS CASTAÑEDA REYES (UNIVERSIDAD AUTÓNOMA METROPOLITANA-IZTAPALAPA, MÉXICO) mrwti@xanum.uam.mx

Las antiguas culturas y civilizaciones americanas, desde su llegada al Continente hasta el momento del contacto con los europeos, tomaron o produjeron en su medio la base material que les permitió crear las grandes manifestaciones del pensamiento, del arte o de la simple vida cotidiana de los pueblos que habitaron en el continente, y que se plasmaron en la rica historia antigua de América, desde el Estrecho de Bering hasta la Tierra del Fuego.
En la mesa se propone como lugar de encuentro entre diferentes experiencias de investigación arqueológicas en el continente americano, con especial enfoque en el área de Mesoamérica y en el área Andina Central y de la Amazonia. En toda América, los símbolos asociados con la iconografía religiosa y artística son rasgos que la Arqueología recupera, compara y explica, para comprender y hacer comprender nuestra historia antigua.
El diálogo académico que se establezca tiene como objetivo ser un espacio de encuentro en donde se discutan los avances de los proyectos de investigación arqueológica en curso en los diversos escenarios americanos, o los nuevos estudios e interpretaciones que se basen en fuentes plásticas o testimonios escritos, entre otros. Se propone establecer un espacio de encuentro periódico donde se presenten y analicen aspectos diversos – teóricos, metodológicos, fácticos – de la arqueología de nuestro continente.

 

14) MÉTODO, DISEÑO Y PLÁSTICA DEL ESPACIO RELIGIOSO CONTEMPORÁNEO EN IBEROAMÉRICA: EXPRESIÓN SOCIAL MATERIALIZADA EN LOS SIGLOS XX-XXI
MARÍA CRISTINA VALERDI NOCHEBUENA  (BENEMÉRITA UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE PUEBLA, MÉXICO) crvalerd@gmail.com

La expresión social religiosa se ha manifestado en el templo como espacio material de celebración de una
congregación de personas reunidas para  realizar un rito  de  adoración y doctrina, el cual ha sufrido cambios por el significado cultural y religioso que ha expresado influjos renovadores y aplicación de directrices denotadas en el modo de construirlo y que son motivo de experiencias que promueven diversidad de plásticas, estilos y ordenaciones espaciales. Por lo tanto se invita a presentar contribuciones que muestren espacios para la experiencia de encuentro y construcción, que capten lenguajes plásticos de aspectos visibles, artísticos y de folclore, que atienden la manifestación histórica, artística y social a través del estudio de las transformaciones que el espacio religioso ha sufrido en Iberoamérica en los siglos XX-XXI manteniendo una perspectiva inter y multidisciplinaria que conjugue la historia, antropología, arquitectura, artes plásticas y teología, ofreciendo un espacio de reflexión a especialistas internacionales del estudio del método, diseño y plástica como expresión social materializados en los espacios religiosos.

 

15) PATRIMONIO EDIFICADO: ANTROPOLOGÍA Y ARQUITECTURA EN AMÉRICA
JOEL FRANCIS AUDEFROY (ESCUELA SUPERIOR DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA, IPN, MÉXICO)  takatitakite@gmail.comBERTHA NELLY CABRERA SÁNCHEZ (ESCUELA SUPERIOR DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA, IPN, MÉXICO) nema_67@yahoo.com.mx

A partir de la “Convención sobre la protección del patrimonio mundial, cultural y natural” adoptada en 1972 por la UNESCO, se proclamó la universalidad del sistema de pensamiento y de valores occidentales sobre este tema. Sin embargo este proceso de reconocimiento del patrimonio edificado y natural no está libre de contradicciones. Cuando en 1964 se redacta la Carta de Venecia “Carta Internacional sobre la conservación y la restauración de los monumentos y los sitios”, el marco teórico y práctico en el que se inscribe esta Carta es la conciliación de posturas teóricas que se han iniciado en el siglo XIX, desarrollandose y consolidandose en el siglo XX. Esta sesión invita a reflexionar sobre los ejes siguientes:

  • La conservación y restauración del hábitat tradicional en una perspectiva antropológica en el contexto actual de globalización.
  • La protección estratégica de los tejidos patrimoniales urbanos y su apropiación por las poblaciones que los habitan.
  • La conservación y la restauración arquitectónica del patrimonio frente al consumo de la industria del turismo.
  •  El mercado inmobiliario vs conservación del patrimonio arquitectónico;
  • El patrimonio en riesgo

Las ciudades históricas, el patrimonio arquitectónico y urbano como nociones concebidas por las sociedades occidentales para encontrarse con su pasado ¿han logrado su fin? o tal vez han contribuido a construir una identidad o más bien son una manifestación del proyecto humanista de conservación. Del monumento arqueológico e histórico para una élite hasta el proyecto modernizador de barrios antiguos para el turismo cultural, un largo camino se ha recorrido para el beneficio de los millones de visitantes, pero con numerosos conflictos y varias tendencias divergentes en el continente americano.

 

16) FIESTAS EN AMÉRICA LATINA: PRÁCTICAS PATRIMONIO CULTURAL PATRONES ESPACIALES
DANIELA SALVUCCI (LIBERA UNIVERSITÀ DI BOLZANO, ITALIA) salvuccidana@gmail.comTOBIAS BOOS (LIBERA UNIVERSITÀ DI BOLZANO, ITALIA) tobiboos@gmail.com

Esta sesión discute el papel de las fiestas latinoamericanas tanto en la articulación entre diferentes entidades socio-culturales (barrios, asociaciones, municipalidad, etc.) de la ciudad y de su entorno, como en la construcción de identidades (étnicas, sincréticas, mestizas, regionales, nacionales, etc.). Se prestará especial atención a las prácticas (desfiles, juegos, representaciones, etc.), a los patrones espaciales (lugares resignificados, tomados, lo público que se vuelve privado) y temporales de la fiesta. También se considerarán los procesos de patrimonialización cultural de la fiesta, subrayando el papel de los medios de comunicación y del turismo.
Una posible primera hipótesis para iniciar la discusión es que el patrimonio festivo constituye un ámbito de negociación social, cultural y política. Otra hipótesis es que las fiestas permiten construir identidades nuevas e inclusivas, plurales e hibridizadas por la fusión de diferentes formas de vida urbanas y rurales. Estudios empíricos y reflexiones teóricas para desarrollar comparaciones interculturales de sistemas festivos serán bienvenidos.

 

17) ENCUENTROS Y DESENCUENTROS: EPISTEMOLOGÍA EN LAS AMÉRICAS
PARIDE BOLLETTIN (PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, DEPARTMENT OF ANTHROPOLOGY, DURHAM UNIVERSITY) paride_bollettin@msn.com; EDMUNDO ANTONIO PEGGION (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO”, BRASIL) edmundopeggion@gmail.com

En el panorama contemporáneo, emerge siempre más la necesidad de construir diálogos entre formas alternativas de atribuir significados a las múltiples experiencias de lo vivido. Los pueblos culturalmente diferenciados, se encuentran por una parte a afrontar contextos destructivos y por otra crean nuevas e inesperadas colaboraciones. El impacto ambiental de mega proyectos se refleja en diferentes concepciones de la frontera entre el hombre y la naturaleza, las políticas de educación escolar fruto de la inclusión en instituciones universitarias o administrativas, activan diferentes visiones de qué es el conocimiento y la persona en sí misma, los procesos migratorios intra- e internacionales evidencian ideas diferentes de sociedad y colectivos, solo por citar algunos ejemplos. Estos fenómenos generan diálogos que producen encuentros y desencuentros entre formas específicas de pensar el humano y al mundo. Estos contextos requieren una comprensión profunda de cómo se producen uniones y tensiones epistemologías entre actores que aportan el propio universo en diálogos complejos y polisémicos. En este sentido, la sesión pretende discutir, a partir de casos específicos y de enfoques etnográficos, históricos, etnocientíficos, filosóficos y otros, en qué modo estas relaciones toman forma y qué estrategias políticas e intelectuales activan los actores en estos contextos.

 

18) LA VIDA INDÍGENA A TRAVÉS DE DIVERSAS FUENTES MEXICANAS
LUZ MARÍA MOHAR BETANCOURT (CENTRO DE INVESTIGACIONES Y ESTUDIOS SUPERIORES EN ANTROPOLOGÍA SOCIAL, MÉXICO) cucusmohar@hotmail.com

Esta Mesa tiene como objetivo mostrar los diferentes tipos de fuentes primarias como códices y manuscritos  que aportan información novedosa sobre la historia de México. Se pretende que cada uno de los ponentes presente trabajos de investigación novedosos que profundicen sobre la vida indígena y los cambios y continuidades a partir de la conquista. Temas como la evangelización, la tenencia de la tierra y la identidad serán objeto de interés. Igualmente la importancia del estudio de la imagen y sus transformaciones sobre diversos  tipos de soportes serán temas centrales de la Mesa. Interesa conocer las diferentes metodologías para el análisis de la documentación que se resguarda en bibliotecas, archivos y museos entre otros repositorios existentes tanto en México como en diversas ciudades del mundo.

 

19) EL EROTISMO ENTRE HISTORIA, LITERATURA Y ARTE EN LAS AMÉRICAS
BERENIZE GALICIA ISASMENDI (BENEMÉRITA UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE PUEBLA)  vincent_bere@hotmail.com

La temática de esta mesa tiene como objetivo abordar el erotismo en el contexto americano, los ponentes se adentrarán en diferentes nociones de lo erótico para entenderlo no sólo como aspecto inherente a lo físico y lo sexual (lo pornográfico para el filósofo Byung- Chul Han) sino sobre todo como una de las maneras primordiales de guiarnos en el plano amoroso y en el devenir cotidiano de la psique humana. Por lo tanto,  las ponencias se centrarán en el diálogo entre la literatura, la historia, el arte y lo erótico tanto en el carácter estético como en la capacidad de pensar sobre nuestra facultad de amar y la sexualidad (la intimidad y la imaginación de lo que somos a partir de George Bataille – El erotismo, 1989 ISBN-13: 978-8472230613). Proponemos una reflexión a partir de lo filosófico y lo estético de un tema siempre necesario y actual.

 

20) ESTADOS, MINORÍAS, PROCESOS DE ADMINISTRACIÓN DE CONFLICTOS Y VIOLENCIAS
ROBERTO KANT DE LIMA ( Universidade Federal Fluminense / INEAC – Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos, BRASIL) rkantbr@gmail.com, FABIO MOTA ( Universidade Federal Fluminense / INEAC – Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos, BRASIL) reismota@gmail.com, JACOPO PAFFARINI j.paffarini@gmail.com

El interés de la sesión temática es el de seleccionar estudios que analicen, en el contexto americano, los reflejos de los diversos tipos de conflictos y violencias que se derivan de las relaciones entre Estado y grupos sociales minoritarios. Se considera que el papel del Estado es central, tanto para producir, bien para limitar conflictos sociales, que se expresan con frecuencia en las más variadas formas de violencia. Así, se busca reunir una pluralidad de enfoques analíticos fundados en estudios empíricos, como las problemáticas relativas al Estado democrático de derecho; a los procesos de criminalización de sujetos sociales y selectividad penal, a los procesos y formas institucionales y no institucionales de administración de conflictos (judicialización, mediación, conciliación, resolución, supresión); a las demandas por el reconocimiento de derechos por parte de los llamados grupos sociales minoritarios; las moralidades, los valores y los sentidos de justicia – sensibilidades jurídicas -, movilizados por los actores involucrados; las etnografías que se centren en cómo estos procesos son vivenciados por estos grupos sociales.

 

21) ESTUDIOS DE GÉNERO: TENDENCIAS Y RETOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS ANTE LA DIVERSIDAD SOCIOCULTURAL DE AMÉRICA
MARTHA ESTELA PÉREZ GARCÍA (UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE CIUDAD JUÁREZ, MÉXICO) meperez@uacj.mx, LETICIA PAREDES GUERRERO (UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE YUCATÁN, MÉXICO) guerrero@correo.uady.mx, MARÍA EUGENIA GUADARRAMA OLIVERA (UNIVERSIDAD VERACRUZANA, MÉXICO) mguadarrama@uv.mx

Los orígenes de los Estudios de Género se ligan al movimiento feminista. Esta relación constituye no sólo una forma de acción sociopolítica, también genera una actividad científica y nuevos marcos analíticos. La investigación con perspectiva de género cuestiona las visiones neutrales y androcéntricas de observar el mundo, y partiendo de la categoría género como unidad de análisis, explica las condiciones de desigualdad, subordinación, exclusión y discriminación en que viven mujeres y hombres. Para ello toma en cuenta diversos condicionamientos que cruzan a los/las sujetos como son edad, origen étnico, clase social, religión, localización geográfica, orientación sexual, etc. De manera que resulta importante analizar y discutir las tendencias y retos actuales de los Estudios de Género, con el propósito de conocer cuál es su estado y cuáles son los aportes que guarda esta línea analítica en América. Temáticas de vida cotidiana, mercado laboral, salud, educación, sexualidad, participación política y social, marco legal, medio ambiente, violencia doméstica y sexual, entre otros, constituyen sólo algunos de los campos que se estudian bajo diversos ejes disciplinarios como son estudios culturales, antropológicos, políticos, históricos, económicos, jurídicos, de comunicación, psicológicos, de educación, religiosos, etc.

 

22) SISTEMAS COMPLEJOS EN LA INVESTIGACIÓN SOCIAL
CRISTINA PIZZONIA (UNIVERSIDAD AUTÓNOMA METROPOLITANA. UNIDAD XOCHIMILCO) pizzonia@hotmail.com, ÁNGEL JOSÉ MARTÍNEZ SALINAS (UNIVERSIDAD AUTÓNOMA METROPOLITANA. UNIDAD XOCHIMILCO)  anuamtz@gmail.com

Esta sesión tiene por objetivo explicar las dinámicas sociales desde la visión y formalización de los sistemas complejos, en la medida que posibilitan la creación de una teoría transdisciplinaria e integradora de distintos saberes; utilizando métodos que identifican variables en espacios de configuraciones que pueden ser modelados. Estos modelos permiten clarificar las interdependencias invisibles en primera instancia y posibilitan la construcción de nuevas hipótesis de investigación utilizando métodos de la Matemática y la Física, auxiliados con técnicas computacionales. En este contexto, es pertinente discutir si al formalizar la complejidad se identifican conocimientos distintos a los que obtendríamos con especificaciones de causa y efecto lineales; considerando la posibilidad de reflexionar cómo en los sistemas complejos del continente americano se pueden localizar articulaciones, hasta ahora ausentes, formalizando de esta manera pensamientos holísticos. En esta sesión se propone que los participantes expongan investigaciones basadas en las Ciencias de la Complejidad, enriqueciendo con sus experiencias esta área de investigación.

 

23) EL ESTUDIO METÓDICO DE LA ESCRITURA INDÍGENA TRADICIONAL A DÉCADAS DE SU INICIO
RITA FERNÁNDEZ DÍAZ (JOAQUÍN GALARZA A. C., MÉXICO), ritafernandez88@yahoo.com.mx, MIGUEL ÁNGEL RECILLAS (INSTITUTO DE INVESTIGACIONES ANTROPOLÓGICAS, UNAM; ESCUELA NACIONAL DE ANTROPOLOGÍA E HISTORIA, MÉXICO) mareg6@gmail.com
Esta sesión tiene como objeto la presentación de los resultados de investigaciones con documentos pictóricos indígenas tradicionales, comúnmente conocidos como códices, en los que existe la necesidad de establecer con claridad el método y la metodología utilizada como herramienta para su estudio. Los manuscritos pictóricos se caracterizan como discursos indígenas, por su origen; populares, por su proceso de producción y recepción; tradicionales, por su circulación e históricos, por su temática, estructura y función.
Los códices se conciben como escritura, cuyos procesos de significación dan cuenta de situaciones comunicativas características del grupo sociocultural que los produjo: el análisis interdisciplinario se convierte en un imperativo, que busca trabajar buena parte de su estructura, función y significación, aunque no agotar las posibilidades textuales.
Contemplamos, el método galarziano, creado por el científico Joaquín Galarza; y diferentes aportes de linguistas que han sustentado a la semiótica greimasiana, y ésta, aporta los elementos a la Semiótica del Discurso, como la conocemos hoy.

 

24) LA NAVEGACIÓN ENTRE ACAPULCO Y FILIPINAS: OTRO INTERCAMBIO ENTRE DOS MUNDOS
LUIS ALBERTO VARGAS (INSTITUTO DE INVESTIGACIONES ANTROPOLÓGICAS, UNAM, MÉXICO) vargas.luisalberto@gmail.com
El 5 de noviembre de 1564 partieron de Barra de Navidad 5 naves comandadas por Andrés de Legaspi y con Fray Andrés de Urdaneta como piloto. Después de llegar a Filipinas algunos terminaron el tornaviaje en junio de 1565. A partir de entonces, hasta 1815 los dos puertos de comunicaron una o dos veces al año. Manila se convirtió en el puerto a donde llegaban personas y bienes de Europa y Nueva España y regresaban los de Asia, transformado a México como la realización del sueño de encontrar una ruta entre Oriente y Occidente.
Los resultados desde entonces hasta la actualidad se manifiestan en las dos regiones, por ejemplo en: lenguaje, arquitectura, agricultura, gastronomía, vestido (mangos de Manila, tamarindos, tuba, traje de la China Poblana, palapas, peleas de gallos y parián, y en Oriente la adopción de chiles, piñas, tianguis etc. Desde luego, además en la poco conocida raíz biológica filipina de muchos mexicanos, sobre todo en la costa del Pacífico.
Este aspecto es poco abordado y en este simposio invitamos a quienes tengan estudios o información de lo que ha significado la relación entre las dos regiones, para que presenten su experiencia. Desde luego el intercambio no se limitó a la Nueva España, ya que una vez llegadas las naves se establecía contacto por el Pacífico hacia Sudamérica y al llegar las mercancías a Veracruz se embarcaban hacia el Caribe y la costa atlántica del continente, donde también tuvieron consecuencias duraderas. Por lo tanto interesa analizar las consecuencias del contacto entre Asia y América en toda Latinoamérica.

 

25) SESIÓN NO TEMÁTICA
CENTRO STUDI AMERICANISTICI “CIRCOLO AMERINDIANO” 

convegno@amerindiano.org